Cá está vosso querido bardo novamente, meus estimados leitores. Perdoem-me pelo longo tempo que vos deixei ávidos por novas palavras minhas. Falo como se alguém freqüentasse assiduamente essa reles taverna que chamam de blog (ou esse reles blog que eu chamo de taverna), mas não pensem que tenho essa pretensão, apenas faço isso por “estilo régio”, como diz Ariano Suassuna, através de Dom Pedro Diniz Ferreira-Quaderna.
Na verdade verdadeira, sequer tenho a pretensão de imaginar que alguém inda entre cá nessa espelunca, já que meu último post foi há muito tempo atrás...
Não digo que me esqueci dos meus fiéis e dignos leitores, isso jamais! Cheguei até mesmo rascunhar diversos textos que postaria aqui, mas, por diversas intempéries da vida, acabei não postando nenhum.
Poderia dizer que meu blog está às moscas, mas acho essa expressão vulgar demais para o meu respeitável, embora humilde, estabelecimento. Direi então que ele está aos pernilongos. E por que isso? Não, não é plágio, embora haja uma afirmação quase igual em um outro blog...
É que, há não muito tempo atrás, tive um problema com esse tipo de ser voador: eles, ou melhor, elas, já que os que se alimentam de sangue são apenas as fêmeas grávidas (Viram só? Não são apenas as mulheres que possuem desejos estranhos durante a gravidez!), infestaram completamente a minha casa! A situação estava tão crítica que, na tentativa de me proteger do ataque noturno, cobri-me até a cabeça. O resultado disso é que elas atacaram a única parte do meu corpo que estava desprotegida: os dedos! Entre zum-zum-zuns e picadas, acabei passando quase toda a noite em claro...